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Programa Cidadania e Justiça na Escola aproxima crianças do Judiciário

Em oito anos, 20 mil alunos já participaram.           O programa “Cidadania e Justiça também se aprendem na escola” concluiu o oitavo ano com ações de conscientização sobre direitos e deveres do cidadão, ética, responsabilidade social, princípios constitucionais e funcionamento geral dos Poderes Judiciário, Executivo e Legislativo para alunos da rede pública estadual de São Carlos (SP). Desde a primeira edição, em 2011, aproximadamente 20 mil crianças, de nove a 11 anos, da quinta série do Ensino Fundamental, já participaram do programa.         A iniciativa é uma parceria do Poder Judiciário em São Carlos com a Diretoria de Ensino da Região de São Carlos e apoio da Associação dos Magistrados Brasileiros (AMB) e da Associação Paulista dos Magistrados (Apamagis). O trabalho consiste na distribuição de cartilhas, propostas de atividades escolares e visitas de magistrados, promotores de Justiça, defensores públicos, advogados e policiais civis e militares a 17 escolas são-carlenses. As ações abrangem, por ano, um universo de aproximadamente 2.400 estudantes.         A cerimônia de encerramento do programa deste ano – realizada no Salão do Júri do Fórum de São Carlos, na última sexta-feira (30) – contou com a presença de cerca de 300 pessoas, entre crianças, professores, cidadãos e representantes dos três Poderes. A festa teve apresentações teatrais e musicais dos alunos e a entrega do livro “A Escola e a Justiça: trilhando parcerias – Ano VIII”, com redações, poemas e ilustrações dos estudantes. A dinâmica também contou com o relato de dois participantes das primeiras edições do programa: “Conhecer nossos direitos e deveres contribui para a construção de um futuro melhor. No ano em que participei, saí contando para todo mundo: pais, parentes e amigos. Ajuda também nas redações e nos argumentos”, disse Joseane Vancetto,17, participante do programa em 2011.         “Quando cheguei ao segundo ano do Ensino Médio, muitas aulas de geopolítica me fizeram lembrar do programa. Tenho certeza que ter participado me ajudou na escola e na convivência em geral”, relatou Thiago de Andrade, 16, que participou em 2012.         Marcaram presença o desembargador José Araldo da Costa Telles, coordenador da 9ª Circunscrição Judiciário de Rio Claro; o deputado federal, Lobbe Neto; o prefeito de São Carlos, Airton Garcia; o vereador Azuaite Martins de França, representando a Câmara Municipal de São Carlos; o secretário Municipal de Educação, Nino Mengatti, e a diretora Pedagógica da Secretaria Municipal de Educação, Cilmara Seneme; o diretor do Sistema Clube de Rádio e TV em São Carlos, Pedro Ivo de Medeiros; o major Jefferson Lopes Jorge, representando a Polícia Militar; o defensor público Lucas Correa Abrantes Pinheiro; a promotora de Justiça Neiva Paula Carnielli Pereira; os advogados David Pires e Daniel Cardoso; e os juízes Carlos Castilho de Aguiar França, diretor do Fórum de São Carlos; Paulo César Scanavez, da 1ª Vara da Família e das Sucessões; Antonio Benedito Morello, da 1ª Vara Criminal; Daniel Felipe Scherer Borborema, Daniel Luiz Maia Santos e Eduardo Cebrian Araújo Reis, auxiliares de São Carlos; Leonardo Christiano Melo, da Comarca de Itirapina; Letícia Lemos Rossi, da comarca de Ibaté; Reginaldo Siqueira, da Vara da Fazenda Pública de Ribeirão Preto, representando o presidente da Apamagis, Fernando Figueiredo Bartoletti; Caio César Melluso, da 2ª vara de família de São Carlos, representando presidente da AMB, Jayme Martins de Oliveira Neto; e André Luiz de Macedo, da 3ª Vara Criminal da Comarca, que é coordenador e mestre de cerimônias do programa.           Etapas         O evento de encerramento compreende a quarta e última etapa do ciclo anual do programa Cidadania e Justiça na Escola.         A primeira fase consiste em organizar um cronograma de visita às escolas e fazer a distribuição da Cartilha da Justiça. A publicação possui linguagem simples, com ilustrações infantis e lúdicas, adequada a todas as idades e graus de escolaridade. O material é aprovado pelo Ministério da Educação (MEC).         A entrega das cartilhas auxilia os professores a introduzir assuntos sobre justiça e cidadania em sala de aula, a fim de preparar os alunos para a segunda etapa do programa: o dia da visita dos palestrantes representantes dos Poderes, que aprofundam os temas abordados na publicação.         Na terceira etapa, os estudantes desenvolvem o conteúdo do livro e produzem as apresentações artísticas para a cerimônia de encerramento. A entrega de um relatório inpidual também é obrigatória.         Para Débora Gonzalez Costa Blanco (foto abaixo), dirigente regional de ensino na região de São Carlos, que participa desde a primeira edição do programa, a iniciativa contribui para construção da cidadania. “Procuramos também incentivar as competências de leitura, intepretação de texto e senso crítico, o que influencia para a formação de lideranças independentes e livres”, revela.           N.R.: texto originalmente publicado no DJE de 5/12/18.                    imprensatj@tjsp.jus.br
06/12/2018 (00:00)
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